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Programa Economia Verde e Solidária vai apoiar associações e cooperativas catarinenses


Florianópolis (18/3/2013)

O governador Raimundo Colombo lançou nesta segunda-feira,18, em Florianópolis, o Economia Verde e Solidária. O programa é direcionado a cooperativas e associações de produção coletiva que utilizem resíduos industriais ou sólidos para produção de uma nova cadeia produtiva, que vise a geração de trabalho e renda em Santa Catarina. “Nós vamos aportar até R$ 300 mil para cada uma dessas entidades, para que elas possam comprar equipamentos, fortalecer a visão comercial e capital de giro. Vai haver um preparo da mão de obra para que elas possam ser cada vez mais fortes e dar melhores condições a todos que participam desse modelo”, explicou Colombo. Serão selecionados 40 empreendimentos no Estado, beneficiando diretamente 600 pessoas.

Vão ser realizados eventos regionais em 18 municípios catarinenses para divulgação e esclarecimentos. O período de inscrição dos projetos segue até o dia 2 de maio. Os empreendimentos serão classificados nas fases de habilitação jurídica e técnica e receberão visitas antes da divulgação dos aprovados. Os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão destinados aos projetos, enquanto o valor investido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e Sebrae/SC vão para os diagnósticos setoriais, estudos de viabilidade técnica e econômica, capacitações, consultorias e participações em feiras e rodadas de negócios.

Veja aqui o edital

O Economia Verde e Solidária terá investimento de até R$ 20 milhões, sendo 50% do BNDES e os outros 50% da SDS, aportados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). O programa é promovido pelas secretarias do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).

O secretário do Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Paulo Bornhausen, destacou que não se trata de financiamento, “o beneficiado não precisa devolver o recurso”. Porém será exigido que a proponente participe de todas as ações, atividades desenvolvidas no âmbito do plano de trabalho pactuado entre as partes. “O programa nasce da convicção do Governo de Santa Catarina de que não pode haver desenvolvimento econômico se não houver, junto, desenvolvimento social”, disse Bornhausen.

“Nós temos muito orgulho em participar de um programa como este. Com isso temos uma ação efetiva para viabilizar projetos inclusivos, desenvolvimento de cooperativas e associações voltadas para aprimorar os trabalhos de reciclagem, resíduos, e favorecer grupos que estão se organizando e tem uma importância muito grande para a sociedade”, salientou o diretor do BNDES, Guilherme Lacerda.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, destaca que a economia solidária é uma importante alternativa de geração de emprego e renda e vai ajudar na inclusão de muitos catarinenses ao mercado de trabalho. "Temos de apoiar o empreendedorismo e criar várias formas para que as pessoas sejam inseridas na economia formal.”

Como participar
De acordo com o edital serão privilegiados projetos que contribuírem para a promoção da Economia Verde. A preferência é por projetos que busquem a utilização de resíduos sólidos industriais produzidos em Santa Catarina como matéria-prima para novas cadeias produtivas, utilizando materiais com baixo risco potencial de contaminação do meio ambiente.

Os projetos devem ser geridos de forma coletiva, que envolvam um público de baixa renda, representem interesses e objetivos comuns, possuam união de esforços e capacidades, propriedade coletiva de bens e participação equitativa dos resultados sociais. Cada associação ou cooperativa poderá submeter apenas um projeto.

Para o auxílio e esclarecimentos sobre a elaboração dos projetos serão realizados eventos regionais, cujas cidades, locais e horários serão previamente divulgados no site do Programa Economia Verde e Solidária: www.evs.sc.gov.br.

Programa é resultado de uma grande parceria institucional
O programa é realizado em parceria com Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Fapesc. Participam ainda do comitê gestor do programa, que é presidido pela SDS, a Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e o Fórum de Economia Solidária.

Informações adicionais:
Elisabety Borghelotti
Secretaria de Estado de Comunicação
E-mail: bety@secom.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-3045

O governador Raimundo Colombo lançou nesta segunda-feira,18, em Florianópolis, o Economia Verde e Solidária. O programa é direcionado a cooperativas e associações de produção coletiva que utilizem resíduos industriais ou sólidos para produção de uma nova cadeia produtiva, que vise a geração de trabalho e renda em Santa Catarina. “Nós vamos aportar até R$ 300 mil para cada uma dessas entidades, para que elas possam comprar equipamentos, fortalecer a visão comercial e capital de giro. Vai haver um preparo da mão de obra para que elas possam ser cada vez mais fortes e dar melhores condições a todos que participam desse modelo”, explicou Colombo. Serão selecionados 40 empreendimentos no Estado, beneficiando diretamente 600 pessoas.

Vão ser realizados eventos regionais em 18 municípios catarinenses para divulgação e esclarecimentos. O período de inscrição dos projetos segue até o dia 2 de maio. Os empreendimentos serão classificados nas fases de habilitação jurídica e técnica e receberão visitas antes da divulgação dos aprovados. Os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão destinados aos projetos, enquanto o valor investido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e Sebrae/SC vão para os diagnósticos setoriais, estudos de viabilidade técnica e econômica, capacitações, consultorias e participações em feiras e rodadas de negócios.

Veja aqui o edital

O Economia Verde e Solidária terá investimento de até R$ 20 milhões, sendo 50% do BNDES e os outros 50% da SDS, aportados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC). O programa é promovido pelas secretarias do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST).

O secretário do Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Paulo Bornhausen, destacou que não se trata de financiamento, “o beneficiado não precisa devolver o recurso”. Porém será exigido que a proponente participe de todas as ações, atividades desenvolvidas no âmbito do plano de trabalho pactuado entre as partes. “O programa nasce da convicção do Governo de Santa Catarina de que não pode haver desenvolvimento econômico se não houver, junto, desenvolvimento social”, disse Bornhausen.

“Nós temos muito orgulho em participar de um programa como este. Com isso temos uma ação efetiva para viabilizar projetos inclusivos, desenvolvimento de cooperativas e associações voltadas para aprimorar os trabalhos de reciclagem, resíduos, e favorecer grupos que estão se organizando e tem uma importância muito grande para a sociedade”, salientou o diretor do BNDES, Guilherme Lacerda.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), João José Cândido da Silva, destaca que a economia solidária é uma importante alternativa de geração de emprego e renda e vai ajudar na inclusão de muitos catarinenses ao mercado de trabalho. "Temos de apoiar o empreendedorismo e criar várias formas para que as pessoas sejam inseridas na economia formal.”

Como participar
De acordo com o edital serão privilegiados projetos que contribuírem para a promoção da Economia Verde. A preferência é por projetos que busquem a utilização de resíduos sólidos industriais produzidos em Santa Catarina como matéria-prima para novas cadeias produtivas, utilizando materiais com baixo risco potencial de contaminação do meio ambiente.

Os projetos devem ser geridos de forma coletiva, que envolvam um público de baixa renda, representem interesses e objetivos comuns, possuam união de esforços e capacidades, propriedade coletiva de bens e participação equitativa dos resultados sociais. Cada associação ou cooperativa poderá submeter apenas um projeto.

Para o auxílio e esclarecimentos sobre a elaboração dos projetos serão realizados eventos regionais, cujas cidades, locais e horários serão previamente divulgados no site do Programa Economia Verde e Solidária: www.evs.sc.gov.br.

Programa é resultado de uma grande parceria institucional
O programa é realizado em parceria com Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - Fapesc. Participam ainda do comitê gestor do programa, que é presidido pela SDS, a Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e o Fórum de Economia Solidária.

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